sábado, 24 de julho de 2010

Pra você...

Pra você guardei o amor que nunca soube dar. O amor que tive e vi... não, isso tá muito manjado. Vou apenas dizer que dedico esta carta a você, meu grande, verdadeiro e eterno amor. Você sabe, e temos provas, que isso nunca acabará. Pelo simples fato de sermos parte um do outro, desde que o tal 'amor' chegou. Quando ao certo chegou, nunca saberei dizer. Mas ele está aqui, em algum lugar, pulsando junto ao meu sangue e chegando em seu coração por meio de gestos e palavras.
Carinho, ternura, confiança e "ausência de vergonha" nos resume. Claro, o resumo do resumo do resumo do resumo (...). Mas é isso que nos faz melhor e que sempre fará e o que sempre farei que isso sempre aconteça. Entenda isso como uma promessa que já fora prometida há muito, amor!
As palavras são poucas, eu sei. E são também carinhosas e ternas, transmitindo (ou tentando) confiança pra você. A "sem-vergonhice"? Somente quando formos dormir em nossa cama...
Pra você dedico todo o meu amor e desejo toda a felicidade. A minha felicidade é você. Obrigado pela sua pouco singela e importantíssima existência.

Com todo o amor, pra você, pra sempre seu,
EU.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Onde eu deveria estar: saudade ou desejo?

Saudade ou desejo de lá estar?
N
ão sei ao certo dizer
Só sei que hipérbato há nessa poesia.
Que, poesia, nem é.

Quanto tempo passou?
Quando esse tempo voltará?
Ele voltará?
Por que se foi?

Ah, terrinha abençoada
pelo triste e indomável
consum-capital-ismo

Que para sempre estarei
a te amar e visitar
Até que para sempre estarei junto a ti.

A chance. Uma chance. Há chance?

A paixão que sinto pelos teus olhos castanhos, teu cabelo que cheira a flor e teus lábios que sorriem discretos e me dizem palavras sem sentido, é indescritível. Não há palavra, em nenhuma das línguas humanas, que descreva tal fulgor e desejo de possuí-la por apenas alguns segundos... talvez minutos... talvez horas... talvez um dia inteiro...
Por que não podemos simplesmente domar nosso pequenino órgão que bombeia vida nas veias? Por que não simplesmente apagar-te da vida? Por que não um beijo, e seguimos em frente com nossas vidinhas mundanas e monótonas e pacatas e estúpidas e pseudo-felizes?
E tu nunca verás esta declaração. E se ver, nunca imaginará que é para ti. Por que tem de ser assim, minha bela amada? Se nada disso do que temos, queremos.
É agora totalmente teu este sentimento, menina bonita, pois os 'passados' já foram esquecidos.
Adeus, até breve, de seu (até então) amigo, D.B.S.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Philadelphia, 14 de julho de 2010, 01h47min

As cartas que você deixou em cima da mesa, são apenas contas vencidas? Não. Havia uma, e nela dizia que deveríamos seguir em frente. Que nunca mais teria o seu amor. Que ninguém a amaria como eu amei (e amo!).
O destinatário de tal carta cá se encontra escrevendo outras cartas para comunicar ao mundo sobre a sua (in)existência. O remetente foi-se para nunca mais esbarrar-se no passado que tanto marcou.
E hoje, nesta sombria, tediosa e úmida madrugada, declaro aberta a temporada de caça a inspirações que serão buscadas em ti, amada remetente.

Com amor e carinho,
Derick Bauthar Snoona