Me venço pelo cansaço. Hoje, me rendo à terceira geração
do Romantismo. Após uma (in)evolução de algumas semanas, me transporto no tempo
e no espaço do deprimido e reprimido para o realista. Está certo, não terei o
que quero. Só não perderei mais tempo idealizando e construindo roteiros em
minha mente que nunca serão encenados pela falta de oportunidade de dirigir a
vida. Não deixo de ter sentimentos, não me torno objetivista. Ao invés, me transbordo
desses que só eu posso sentir. Mas guardarei-os em excesso para quando a
realidade não for mais só minha. Interpretarei um meio-termo que habita em mim.