quarta-feira, 14 de julho de 2010

A chance. Uma chance. Há chance?

A paixão que sinto pelos teus olhos castanhos, teu cabelo que cheira a flor e teus lábios que sorriem discretos e me dizem palavras sem sentido, é indescritível. Não há palavra, em nenhuma das línguas humanas, que descreva tal fulgor e desejo de possuí-la por apenas alguns segundos... talvez minutos... talvez horas... talvez um dia inteiro...
Por que não podemos simplesmente domar nosso pequenino órgão que bombeia vida nas veias? Por que não simplesmente apagar-te da vida? Por que não um beijo, e seguimos em frente com nossas vidinhas mundanas e monótonas e pacatas e estúpidas e pseudo-felizes?
E tu nunca verás esta declaração. E se ver, nunca imaginará que é para ti. Por que tem de ser assim, minha bela amada? Se nada disso do que temos, queremos.
É agora totalmente teu este sentimento, menina bonita, pois os 'passados' já foram esquecidos.
Adeus, até breve, de seu (até então) amigo, D.B.S.

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