segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Até o rever.


Me venço pelo cansaço. Hoje, me rendo à terceira geração do Romantismo. Após uma (in)evolução de algumas semanas, me transporto no tempo e no espaço do deprimido e reprimido para o realista. Está certo, não terei o que quero. Só não perderei mais tempo idealizando e construindo roteiros em minha mente que nunca serão encenados pela falta de oportunidade de dirigir a vida. Não deixo de ter sentimentos, não me torno objetivista. Ao invés, me transbordo desses que só eu posso sentir. Mas guardarei-os em excesso para quando a realidade não for mais só minha. Interpretarei um meio-termo que habita em mim.

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